junho 30, 2008

Onde Está Wall-E?

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A Disney / Pixar, em breve, lançará a coleção de livros "Onde Está Wall-E?"

Nos livros, haverá ilustrações nas quais, em algum lugar, está desenhado Wall-E, simpático robozinho, que sempre se veste com camisa listrada em vermelho e branco e com gorro das mesmas cores. Ele também possui bengala e usa óculos.

Para toda a criançada!

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junho 27, 2008

Ecumenismo

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Líderes religiosos se encontram no Vaticano.

Semana passada, Márcio Braga e Bento XVI, líderes da 1a. e da 3a. maiores religiões do planeta, encontraram-se no Vaticano (o Islã suplantou a Igreja Católica recentemente).

Cordato, o presidente rubro-negro entregou ao Papa a camisa do Flamengo. Agora, espera-se que Joseph Ratzinger retribua o mimo e visite o Maracanã para, nas arquibancadas, assistir aos jogos embalado pelos cantos da Raça - melhores que os Gregorianos (sorte que Bach compôs O Cravo Bem Temperado e inventou a escala cromática).


A Raça É Rei, música da torcida organizada Raça Rubro-Negra.

Que tabelinha sensacional entre o Galinho de Quintino e Cristo! Se Jesus foi crucificado pelos romanos e ressuscitou ao terceiro dia, Zico sofreu com a entrada criminosa de Márcio Nunes para, em 1987, ainda levar o Flamengo ao título brasileiro.


Canal 100: Flamengo 3, São Paulo 2, em 1982.

Dois exemplos de superação: o de Jesus, registrado na Bíblia; e o de Zico, no Canal 100.

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Irmãos!

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Liga Deportiva Universitária.

Saúdo nossos irmãos equatorianos pela grande vitória no primeiro jogo válido pela final da Copa Libertadores da América.

Honraram, por certo, as memórias de Simón Bolívar, do General San Martín e de outros líderes do continente!

Boa sorte na partida de volta. Todos os brasileiros que verdadeiramente amam futebol torcem por vocês.

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junho 24, 2008

Hortifruti

E as propagandas cinematográficas da Hortifruti se superam.

Batatas do Caribe:

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Melão Rouge:

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junho 23, 2008

Como Era Inteligente Nosso Cinema

"Enquanto a Mulata Bunduda botava a boca no trombone, Divagina ('a primeira bichona do Paraíso') botava o trombone na boca!"

Bonitas e Gostosas, 1979, de Carlo Mossy. Roteiro de Cláudio Barreto e de Carlo Mossy.

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Japão em 25 filmes

Com a visita do príncipe-herdeiro Naruhito ao Brasil (será que ele gosta de O Sol?) em homenagem aos 100 da imigração japonesa, segue abaixo lista com 25 filmes que, para mim, representam a nata do cinema nipônico.

Amplamente dominada, claro, por Kenji Mizoguchi e por Yasujiro Ozu, que emplacaram seis filmes cada. Há ausências terríveis, como Intendente Sansho, Conto dos Crisântemos Tardios, Os Sete Samurais e A Vingança É Minha, aos quais ainda não assisti. Mas os selecionados dão conta do recado.


Final de Era Uma Vez em Tóquio, de Yasujiro Ozu.

1. Era Uma Vez em Tóquio, 1953, de Yasujiro Ozu
2. Os Amantes Crucificados, 1954, de Kenji Mizoguchi
3. Contos da Lua Vaga, 1953, de Kenji Mizoguchi
4. A Rotina Tem Sem Encanto, 1962, de Yasujiro Ozu
5. Flor de Equinócio, 1958, de Yasujiro Ozu
6. Harakiri, 1962, de Masaki Kobayashi
7. Desejo Profano, 1964, de Shohei Imamura
8. Vida de Casado, 1951, de Mikio Naruse
9. O Sabor do Chá Verde Sobre o Arroz, 1952, de Yasujiro Ozu
10. Dodeskaden, 1970, de Akira Kurosawa
11. A Princesa de Yang Kwei-Fei, 1955, de Kenji Mizoguchi
12. Pai e Filha, 1949, de Yasujiro Ozu
13. Filho Único, 1936, de Yasujiro Ozu
14. A Nova Saga do Clã Taira, 1955, de Kenji Mizoguchi
15. Elegia de Osaka, 1936, de Kenji Mizoguchi
16. Elegia de Briga, 1966, de Seijun Suzuki
17. Oharu, A Vida de Uma Cortesã, 1952, de Kenji Mizoguchi
18. Black Rain, A Coragem de Uma Raça, 1989, de Shohei Imamura
19. Eureka, 2000, de Shinji Aoyama
20. A Princesa Mononoke, 1997, de Hayao Miyazaki
21. Ran, 1985, de Akira Kurosawa
22. Tabu, 1999, de Nagisa Oshina
23. Sonatine, 1993, de Takeshi Kitano
24. Akira, 1988, de Katsuhiro Otomo
25. A Ilha Nua, 1953, de Kaneto Shindo

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junho 17, 2008

Estrelas para Bressane

Os filmes de Júlio Bressane que vi. A Agonia continua o melhor, seguido por Memórias de Um Estrangulador de Loiras:

1. Cara a Cara, 1967 - 4.gif
2. O Anjo Nasceu, 1969 - 5.gif
3. Matou a Família e Foi ao Cinema, 1969 - 5.gif
4. A Família do Barulho, 1970 - 3.gif
5. Memórias de Um Estrangulador de Loiras, 1971 - 5.gif
6. O Rei do Baralho, 1973 - 4.gif
7. O Monstro Caraíba, 1975 - 2.gif
8. Viola Chinesa, 1975 - 3.gif
9. A Agonia, 1977 - 5.gif
10. O Gigante da América, 1978 - 4.gif
11. Tabu, 1982 - 4.gif
12. Brás Cubas, 1985 - 4.gif
13. Sermões, 1989 - 5.gif
14. O Mandarim, 1995 - 4.gif
15. Miramar, 1997 - 2.gif
16. São Jerônimo, 1998 - 4.gif
17. Dias de Nietzsche em Turim, 2001 - 3.gif
18. Filme de Amor, 2003 - 2.gif
19. Cleópatra, 2008 - 4.gif

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junho 16, 2008

Cleópatra, 2008, de Júlio Bressane

Cotação: 4.gif

Cleópatra, de Júlio Bressane, na Revista Moviola.

Ainda está em cartaz no RJ, somente no horário de 13h do Unibanco Arteplex 3. Imperdível.

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junho 11, 2008

Brownie com Sorvete

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Receita para o dia dos namorados.

Rendimento:

20 porções.

Ingredientes:

- 150 gramas de margarina;
- 1 xícara (chá) de açúcar;
- 3 unidade(s) de ovo;
- 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo;
- 250 gramas de chocolate meio amargo picado;
- 150 gramas de nozes picadas;
- 1 litro de sorvete de baunilha.

Modo de preparo:

Junte a margarina com o açúcar até obter um creme leve. Acrescente 2 gemas, 1 ovo inteiro e a farinha, misturando bem. Derreta o chocolate em banho-maria e adicione à massa, juntamente com as nozes. Por último, bata as 2 claras restantes em neve, incorporando-as delicadamente. Despeje a massa numa forma retângular pequena, untada e enfarinhada, e leve ao forno moderado por 40 minutos.Espere esfriar, corte em quadrados e sirva acompanhado de bolas de sorvete de baunilha.

Para o brownie. Do sorvete que te ama muito.

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junho 10, 2008

Dicta & Contradicta

Aos que estiverem em São Paulo:

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Peerre no papel.

Hoje às 19h, na Livraria Cultura da Av. Paulsita, haverá o lançamento da revista Dicta & Contradicta, editada pelo Martim Vasques da Cunha em conjunto com o Instituto de Formação e Educação.

Segundo Martim:

O primeiro número tem um texto inédito do prof. Luiz Felipe Pondé sobre o Eclesiastes, a última aula de Bruno Tolentino, um ensaio do prof. dr. Mendo Castro Henriques sobre o filósofo Bernard Lonergan e um artigo de Roger Kimball sobre Friedrich Hayek.

Mas, além disso, há a coluna "Anatomia do Poema", feita por Pedro Sette Câmara, um conto inédito de Antônio Fernando Borges, um belissímo texto de Paulo Ricardo de Almeida sobre o cinema de Max Ophüls, uma resenha devastadora que só o Dante (agora assinando sob sua verdadeira insígnia, Marcelo Ferlin) sabe fazer - o alvo é Ian McEwan - e, last but not least, a nova coluna do rei do humor, Ruy Goiaba.

Não preciso dizer a vocês todos que esta é uma oportunidade única: pela primeira vez, a nova e a velha geração de intelectuais que lutam contra o FEBEAPÁ se unem em uma publicação impressa (e, antes de tudo, extremamente profissional) para um projeto de longo prazo.

Agradeço pelo convite, e ainda mais pelo adjetivo no grau sintético (embora não o mereça). Sempre quis escrever um pouco mais sobre Ophüls - no entanto, fora do blogue, não havia oportunidade. Aproveitei os cinquentenário de morte do cineasta, ano passado, e o relançamento da cópia restaurada de Lola Montès no recente Festival de Cannes a fim de produzir o texto da revista.

Para os que puderem comparecer na Livraria Paulista, estão convidados. Não estarei lá, infelizmente, mas dêem uma olhada na revista!

E os comes e bebes são de graça.

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2000 - 2007


João Vuvu explica o broche (boquete) chinês à amiga em Vai e Vem.

A Liga dos Blogues Cinematográficos elege os melhores filmes da década. Não faço mais parte do grupo (por estupidez minha), mas adoro votações e rankings do tipo, dada a polêmica que provocam. Sérgio Alpendre, pai e editor da Revista Paisà, já postou sua lista.

Como, no texto a respeito da seqüência em que João César Monteiro esfrega o chão ao som de Bella Ciao, escrevi que provavelmente considerava Vai e Vem o melhor de 2000 para cá, coloco a minha abaixo. Fechei em 25 filmes e, mantendo o padrão das minhas listas, escolho apenas um por diretor:

1. Vai e Vem, 2003, de João César Monteiro
2. Lady Chatterley, 2006, de Pascale Ferran
3. Dez, 2002, de Abbas Kiarostami
4. S-21, A Máquina de Morte do Khmer Vermelho, 2003, de Rithy Panh
5. Paranoid Park, 2007, de Gus Van Sant
6. A Virgem Desnudada por Seus Celibatários, 2000, de Hong Sang-Soo
7. Eureka, 2000, de Shinji Aoyama
8. A Vila, 2004, de M. Night Shyamalan
9. A Morte do Sr. Lazarescu, 2005, de Christu Puiu
10. O Novo Mundo, 2005, de Terrence Malick
11. Em Busca da Vida, 2006, de Jia Zhang-ke
12. O Aviador, 2004, de Martin Scorsese
13. Eternamente Sua, 2002, de Apichatpong Weerasethakul
14. O Signo do Caos, 2005, de Rogério Sganzerla
15. When the Levees Broke, 2006, de Spike Lee
16. Cartas de Iwo Jima, 2006, de Clint Eastwood
17. O Quarto do Filho, 2001, de Nanni Moretti
18. Bamako, 2006, de Abderrahmane Sissako
19. Amantes Constantes, 2005, de Philippe Garrel
20. Pinceladas de Fogo, 2002, de Im Kwon-taek
21. Reis e Rainha, 2004, de Arnaud Desplechin
22. Elogio ao Amor, 2001, de Jean-Luc Godard
23. Porto da Minha Infância, 2001, de Manoel de Oliveira
24. Medos Privados em Lugares Públicos, 2006, de Alain Resnais
25. Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto, 2007, de Sidney Lumet

Claro que, amanhã, a lista será outra. E depois-de-amanhã também!

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Viril e Violento Esporte Bretão

Na Copa do Mundo de 1974, as esposas dos jogadores holandeses assistiram à final no Estádio Olímpico de Munique. Não se tratou de apoio psicológico, emotivo ou patriótico: elas souberam, pela imprensa, que os craques da "Laranja Mecânica" gostavam de se concentrar para os jogos farreando com prostitutas alemãs.

Ontem, a Holanda venceu a Itália por 3 a 0, na estréia da Eurocopa - ou Uefa Euro 2008, para fixar a marca -, em Berna, Suíca (mesmo estádio em que a Alemanha ganhou o título mundial de 1954, contra a Hungria). Verdadeiro passeio holandês, que provou aos que têm olhos que os italianos não jogam nada, embora sejam tetracampeões mundiais.

O lance pitoresco aconteceu na comemoração de um dos gols: a mão boba e indiscreta de Sneijder no companheiro de equipe - quiçá de alcova - Van Nistelrooy:

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Ricky, cadê você?

Chamam atenção, também, o rosto satisfeitíssimo de Sneijder e a postura corporal de Van Nistelrooy, bastante desenvolta.

Após os episódios do sargento Laci - que declarou a homossexualidade à revista época e que foi preso na saída do programa Superpop - e do transexual australiano que manteve a patente, parece que exército e futebol, últimos redutos inexpugnáveis do machismo, finalmente caíram.

De quatro. E de boca.

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junho 09, 2008

Novo Stylesheet


Por que ficar molhadinha? Vem para meu guarda-chuva!

"Dignidade... acima de tudo, dignidade!", afirmava Don Lokwood em Cantando na Chuva, de Gene Kelly e Stanley Donen. Com essas belas palavras impressas em meu coração, resolvi alterar o estilo de Los Olvidados, agora tão austero, simples, límpido, suave e elegante quanto os musicais bollywoodianos.

O blogue funciona igualmente para Internet Explorer 7 e para Firefox. Não testei com IE 6, Opera e demais navegadores. Qualquer problema na visualização, relatem, por favor!

Sem contar que economizei R$ 500 ou mais, já que não contratei desenvolvedores de templates, bando de picaretas. Mão fechada e banana para eles.

Dos meus códigos, cuido eu.

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Celtics 2, Lakers 0


Magic Johnson e Larry Bird: Ah, se pudessem jogar!

A NBA aproveitou o renascimento da rivalidade entre Lakers e Celtics para lançar a propaganda acima, com Magic Johnson e Larry Bird, os astros maiores das respectivas equipes na década de 80. A inegável nostalgia da série final tem se materializado em jogaços, dignos das tradições que envolvem o confronto.

No primeiro, vitória do Boston por 98 a 88, graças ao fantástico terceiro quarto de Paul Pierce, que torceu o joelho, saiu de quadra na cadeira de rodas, retornou ovacionado pelo Garden e anotou duas bolas seguidas de três pontos para consolidar a vantagem no marcador. Palmas, também, para a defesa dos Celtics, que restringiu Kobe Bryant a apenas 9 arremessos convertidos em 26 tentados, e que pegou 16 rebotes a mais que o time adversário.

Se Boston vencer o título, Pierce certamente levará o MVP das finais. Embora Garnett seja o maior responsável pela temporada de 66 vitórias - referência para o fortíssimo sistema de marcação de Doc Rivers -, Paul Pierce é o líder da equipe, capitão que há 10 anos carrega o fardo de perder na franquia mais ganhadora da NBA (e, ainda assim, figura em sexto lugar entre os maiores pontuadores da História do Celtics!). Ele quer seu número retirado no fim da carreira, como prova a exibição de gala que teve no primeiro jogo: mesmo caolho, perneta, cego, surdo, coxo ou manco, Pierce fará de tudo pelo campeonato.


Paul Pierce volta dos mortos e garante a vitória de Boston.

Se a primeira partida lembrou a volta de Willis Reed, machucado, para dar ao New York Knicks o título contra o Los Angeles Lakers em 1970, a segunda remeteu ao último confronto entre Boston e L.A. na final de 1969. Ganhando por vinte pontos, em 1969, os Celtics viram o adversário diminuir a vantagem que terminou em apenas dois: 108 a 106. Ontem, depois de estar 24 pontos atrás no início do quarto período, os Lakers converteram sete cestas de três pontos - felizmente, Paul Pierce (que fez 28 pontos) bloqueou o arremesso de Radmanovic e garantiu a vitória de Boston, por 108 a 102.

Terça-feira, a série se mudará para a Califórnia. Jogos três, quatro e cinco no Staples Center, casa dos Lakers. Importantíssimo que Boston quebre o mando do adversário, e volte para o Garden com 3 a 2, ou seja, com duas chances para fechar o título. Ou, melhor - mas praticamente impossível -, ganhe dois jogos em Los Angeles e não dê chances a Kobe Bryant.

Os Celtics, embora viessem com a melhor campanha da NBA, foram apontados como as "zebras" da decisão. Ou, como chamam os americanos, os "underdogs". Os Lakers possuíam o melhor jogador, o melhor técnico, o melhor quinteto titular, o melhor banco, e ganhariam o o campeonato por 4 a 1 ou 4 a 2.

Faltam quatro vitórias para Los Angeles, e duas para Boston. Que, aliás, nunca perdeu séries de playoffs depois de abrir 2 a 0. Que mantenha a escrita!

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junho 08, 2008

Mudanças

Estou alterando o style do blogue. Ficará mais simples, claro, espartano mesmo.

Devo terminar durante a madrugada. Mas, enquanto não, peço desculpas pelo template nada agradável aos olhos.

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junho 05, 2008

Revista Moviola - Rolo 3

Nova edição da Revista Moviola no ar, em que contribuo com o artigo Do Teatro à Montagem Paralela.

Basicamente, a chance de enaltecer D.W. Griffith. Nas próximas, faço o mesmo com Cecil B.DeMille, não se preocupem.

Pode-se criticar o texto, claro, mas não os filmes que lhe servem de exemplo. São todos excepcionais. Those Awful Hats e Intolerância, de Griffith; The Reckless Moment, de Ophüls; e A Paixão de Joana D'Arc, de Dreyer.

E, por fim, destaco as muitas citações a Béla Bálazs, meu teórico cinematográfico favorito. Dos anos 10 e 20 do século passado - sou antiquado mesmo!


Para Comprar: DVD (D.W. Griffith)

Coleção D.W. Griffith, Intolerância, O Lírio Partido.


Para Comprar: DVD (Carl Dreyer)

Coleção Carl Dreyer - Volume 1, Coleção Carl Dreyer - Volume 2, O Vampiro, Quarta Aliança da Sra. Margarida, Mikael, A Paixão de Joana D'Arc, A Palavra, Gertrud.


Para Comprar: Livros

A Experiência do Cinema (Org. Ismail Xavier), A Forma do Filme (Sergei Eisenstein), O Sentido do Filme (Sergei Eisenstein).

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junho 03, 2008

Beat L.A.!


Where Amazing Happens.

Vinte e um longos anos de espera terminam na próxima quinta-feira, quando Los Angeles Lakers e Boston Celtics entram na quadra do TD Banknorth Garden para decidir, novamente, o título da NBA. Campeões do Oeste e do Leste, que ressuscitam a maior rivalidade do basquete mundial.

Tratam-se das franquias mais vitoriosas da NBA: Celtics com 16 campeonatos (1957, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1974, 1976, 1981, 1984 e 1986), e Lakers com 14 (1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1972, 1980, 1982, 1985, 1987, 1988, 2000, 2001, 2002).

Mais impressionantes, contudo, são as 10 finais em que ambos se enfrentaram (1959, 1962, 1963, 1965, 1966, 1968, 1969, 1984, 1985, 1987). Na contagem, 8 a 2 para Boston - os Lakers finalmente derrotaram os Celtics nas duas últimas.

Na décima-primeira decisão, será o novo trio de ferro dos Celtics - Ray Allen, Paul Pierce e Kevin Garnett -, contra o MVP dos Lakers - Kobe Bryant, ao lado de Pau Gasol e Lamar Odom. De um lado, Phil Jackson, com 9 títulos de treinador, e, de outro, o fantasma de Red Auerbach, também 9 vezes campeão.

Boston leva a vantagem do mando de quadra (e ganhar no Garden, como visitante, é tarefa inglória), da defesa mais eficiente da NBA, da preparação à final com jogos duríssimos e de seus craques babando pelo prímeiro título. Já L.A. chega descansado após destroçar os adversários, possui excelente ataque e... tem Kobe Bryant, louco para mostrar que é o melhor desde Michael Jordan.

Creio que o placar da disputa será de 4 a 3. Para qual equipe, não sei.

Embora os duelos dos anos 80 envolvessem Kareem Abdul-Jabbar, James Worthy e Magic Johnson, pelos Lakers, e Robert Parrish, Kevin McHale e Larry Bird, pelos Celtics, a série final mais extraordinária entre as franquias ocorreu em 1969, quando Bill Russell conquistou o 11o. título da NBA, acumulando as funções de jogador e de técnico.


Últimos instantes do jogo 7 entre Boston e L.A., 1969.

O Los Angeles Lakers fez a melhor campanha da temporada regular, com 55 vitórias e 27 derrotas, enquanto o Boston Celtics, ainda com remanescentes do octacampeonato de 1959-1966 (Bill Russell, Sam Jones e K.C. Jones, por exemplo) terminou com 48 vitórias e 34 derrotas. Na decisão, cada time ganhou em casa, até que os Celtics, em pleno Fórum de Inglewood, levaram a melhor na sétima partida: 108 a 106.

Em 1969, a melhor defesa prevaleceu sobre o melhor ataque. Apesar da fantástica linha de frente composta por Wilt Chamberlain, Elgin Baylor e Jerry West - que ganhou o MVP das finais, única vez em que jogador da equipe derrotada recebeu o troféu -, a marcação de Bill Russell no super-pivô dos Lakers decidiu o confronto a favor de Boston.

A partir de quinta-feira, na 11a. final entre as franquias, ataque (Lakers) e defesa (Celtics) se encontram. Torço para que, em 2008, o resultado seja o mesmo que o de 1969.

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