
Antônio das Mortes, matador de cangaceiro.
Começa nesta madrugada, e prossegue durante a semana, o especial Sertão Glauber, na TV Brasil (antiga TVE) - série de documentários, de Joel Pizzini e Paloma Rocha, sobre O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, no ingrato horário de 00h10.
Programa absolutamente obrigatório, no entanto, já que falamos de verdadeiro monumento do cinema brasileiro, obra-prima da qual sou fã confesso. Pode não ser o melhor filme de Glauber Rocha (a honra pertence mesmo a A Idade da Terra), mas é meu favorito.
Sertão Glauber estréia no aguardo da cópia restaurada de O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, prevista para chegar aos cinemas dia 30 de maio (curiosamente, terminei esta semana de baixá-lo, em versão ripada da TV5! - há outra disponível, da RAI).
Um Filme Falado, 2003, de Manoel de Oliveira.
You too, my mother, read my rhymes
For love of unforgotten times,
And you may chance to hear once more
The little feet along the floor.
To My Mother, de Robert Louis Stevenson.
Para minha mãe! Que ruma, no futuro não muito distante, para ser avó!
Compras: DVD (Manoel de Oliveira)
Compras: Livros (Robert Louis Stevenson)
As Aventuras de David Balfour, O Clube dos Suicidas, A Ilha do Tesouro, Nos Mares do Sul, O Médico e o Monstro, O Outro, Seqüestrado.

Quim Barreiros antecipa Borat em 30 anos!
Joaquim de Magalhães Fernandes Barreiros, ou simplesmente Quim Barreiros, nasceu em Vila Praia de Âcora, no dia 19 de junho de 1947, filho de pai brasileiro e mãe portuguesa. Iniciou a carreira em 1971, como acordeonista de fado e de folclore minhoto.
Sua fama, no entanto, veio com músicas populares que exploram o duplo sentido e a temática sexual das letras. Em Portugal, não há festa sem a presença de Quim Barreiros - que no Brasil infuenciou, por exemplo, os Mamonas Assassinas: os acordes da guitarra de Vira Vira são os mesmos de Ó Zé Tira o Pé.
Como seria um video-clipe de Quim Barreiros? A resposta está no youtube, com A Padaria:
A Padaria.
Ai ai Maria gosto de ir á tua padaria (2x)
Não tens freguês como eu, seja noite ou seja dia (2x)
Teu papo seco tão fofinho, tão quentinho, só o cheiro
Dá prazer
E o cacete vem durinho, etaladiço, toda a gente quer
Comer
O teu casqueiro untadinho com manteiga é comer até
Fartar
Ai que regueifa tão gostosa, apetitosa, toda a malta
Quer papar
Ai ai Maria gosto de ir á tua padaria (2x)
Não tens freguês como eu, seja noite ou seja dia (2x)
Ai ai Maria gosto de ir á tua padaria (2x)
Não tens freguês como eu, seja noite ou seja dia (2x)
Teu papo seco tão fofinho, tão quentinho, só o cheiro
Dá prazer
E o cacete vem durinho, etaladiço, toda a gente quer
Comer
O teu casqueiro untadinho com manteiga é comer até
Fartar
Ai que regueifa tão gostosa, apetitosa, toda a malta
Quer papar
Ai ai Maria gosto de ir á tua padaria (2x)
Não tens freguês como eu, seja noite ou seja dia (2x)
Ai ai Maria gosto de ir á tua padaria
Ai ai Maria deixa-me ir á tua padaria
Não tens freguês como eu, seja noite ou seja dia (2x)
Ai ai Maria gosto de ir á tua padaria (2x)
Não tens freguês como eu, seja noite ou seja dia (2x)
Mais duas canções, ambas com melodia e letra assinadas por Quim Barreiros: A Garagem da Vizinha e A Cabritinha.
A Garagem da Vizinha.
Lá na rua onde eu moro, conheci uma vizinha
Separada do marido está morando sozinha
Além dela ser bonita é um poço de bondade
Vendo meu carro na chuva ofereceu sua garagem!
Ela disse: ninguém usa desde que ele me deixou!
Dentro da minha garagem teias de aranha juntou!
Põe teu carro aqui dentro, se não vai enferrujar!
A garagem é usada mas teu carro vai gostar!
Refrão:
Ponho o carro, tiro o carro, há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha, que doçura de mulher
Tiro cedo e ponho à noite, e às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo na garagem da vizinha!
Só que o meu possante carro, tem um bonito atrelado,
Que eu uso pra vender cocos e ganhar mais um trocado
A garagem é pequena, o que é que eu faço agora?
O meu carro fica dentro, os cocos ficam de fora!
A minha vizinha é boa, da garagem vou cuidar
Na porta mato cresceu, dei um jeito de cortar!
A bondade da vizinha, é coisa de outro mundo
Quando não uso a da frente, uso a garagem do fundo!
A Cabritinha.
Quando eu nasci a minha mãe não tinha leite
Fui criado como um bezerro enjeitado
Mamei em vacas em tudo que tinha peito
E assim deste jeito
Fiquei mal habituado
Hoje sou homem e arranjei uma cabritinha
E passo o dia a mamar
Nos peitinhos da fofinha
Eu gosto de mamar
Nos peitos da cabritinha
Eu gosto de mamar
Nos peitos da cabritinha
Eu gosto de mamar
Nos peitos da cabritinha
Mamo à hora que eu quero porque a cabrita é minha.
Eu gosto de mamar
Ai, nos peitos da cabritinha
Eu gosto de mamar
Ai, nos peitos da cabritinha
Eu gosto de mamar
Só nos peitos da cabritinha
Mamo a hora que eu quero porque a cabrita é minha
A cabritinha gosta de boa comida, boa cama e boa vida
Adora luxo e bem-estar
Ela adivinha a hora que chego em casa
E vai logo preparar
Os peitinhos para eu mamar
Eu gosto de mamar
Nos peitos da cabritinha
Eu gosto de mamar
Nos peitos da cabritinha
Eu gosto de mamar
Nos peitos da cabritinha
Mamo a hora que eu quero porque a cabrita é minha
Ligo a TV de madrugada e dou de cara com Vivi Bruniere, ex-Ronaldinha, cercada de pastores da Igreja Universal, no programa Fala que Eu Te Escuto, da Rede Record. Em debate, o tema "Caso Ronaldo: Por que os famosos se envolvem em escândalos sexuais e com drogas: o meio em que vivem favorece, carência ou busca desenfreada pelo prazer?".
Ela também esteve, recentemente, no Superpop, respondendo às "perguntas" de Luciana Gimenez. Tudo para lançar o filme pornô que fez pela Sexxxy, atuando ao lado (em cima e embaixo) de sósia do Fenômeno. Confiram a foto de divulgação abaixo, e vejam que Ronaldo sempre teve mau-gosto:

Pornozão na Universal? Sacanagem não falta!
O trailer do filme - aliás, se o cinema brasileiro copiasse os métodos de divulgação, de lançamento e de distribuição da indústria pornô, estava salvo:
Propaganda viral: trailer de filme pornô que se passa câmera escondida!
O clone erótico de Ronaldo se parece, de rosto, com o craque, mas resta saber se o desempenho em campo é o mesmo (embora o longa devesse contar com travestis!). No domingo, o Pânico também atacou com sósia do Fenômeno - Ceará, que imita Sílvio Santos -, na reconstituição do que ocorreu na fatídica madrugada do motel Papillon:
Travecas berinjelas atormentam o craque no Pânico.
Também houve, ao vivo, dueto de "Bolaldo" com o traveco, no pior estilo Sandy e Junior - a melodia é de Maria Chiquinha, ou algo assim:
Saudades do Bussunda.
Domingo, a pior cópia de Ronaldo - o próprio! - esteve no Fantástico para se desculpar pelo episódio. Mais me interessam os joelhos bichados e pança gigantesca do atacante - que o impedem de jogar -, do que seus hábitos sexuais. Ele que se entenda com a noiva, corneada em público, já que os travestis confessaram a tentativa de extorsão. Agora, imperdoável mesmo foi o desserviço que a Globo prestou ao jornalismo, com a repórter Patrícia Poeta - de debutante! - limpando a barra do craque. Sei que Ronaldo é produto rentável para a Globo, que a TIM e a Nike morreram de alegria com a entrevista, mas cadê o compromisso com a verdade? Relações públicas valem mais do que se manter imparcial.
Ronaldo chorando as pitangas no Fantástico.
De minha parte, prefiro rir da situação com a música "O Meu Popó", do genial Quim Barreiros. A letra, brilhante poesia concreta, reflete bem a inversão de papéis entre Ronaldo e os travestis naquela noite, depois da boate...
Outro clássico de Quim Barreiros!
O meu popó no teu pipi
O teu pipi no meu popó
O meu popó no teu pipi
O teu pipi no meu popó
O meu popó no teu tutu
O teu tutu no meu popó
O meu popó no teu tutu
O teu tutu no meu popó
O meu popó no teu popó
O teu popó no meu popó
O meu popó no teu popó
O teu popó no meu popó
O meu popó no teu pipi
O teu pipi no meu popó
O meu popó no teu pipi
O teu pipi no meu popó
O meu popó no teu pipi
O teu pipi no meu popó
O meu popó no teu tutu
O teu tutu no meu popó
etc, etc,
O Meu Popó, de Quim Barreiros.
Meu amigo Pedro Eboli faz aniversário hoje. Ele acaba de se formar em animação pela Vancouver Film School, e todos podem acessar seu trabalho no blogue Zombie Monkeys Are So Last Year - inclusive os curta-metragens Papercut e A Pug's Life:
Papercut, de Pedro Eboli.
A Pug's Life, de Pedro Eboli.
Fiquemos na torcida para que o National Film Board of Canada lhe arranje um emprego por lá. Caso contrário, volta para o Brasil e... a fila da sopa está à espera, como aos demais cineastas.
Mas nessa data feliz, algumas seqüências de A Vida de Brian, para mim o que de melhor a trupe Monty Python fez no cinema. Inicio com a clássica "Biggus Dickus":
Michael Palin como Pôncio Pilatos.
Prossigo com a reunião do People's Front of Judea no anfiteatro romano, impagável paródia aos movimentos de esquerda anti-imperialistas:
"I want to be one!"
E termino com o discurso de Brian na janela, para a multidão. Ele tenta convencê-los de que são indivíduos e de que não devem seguir profetas, mas a massa não o escuta:
"Are you a virgin?"
Aos que nunca viram, as duas primeiras temporadas de Monty Python's Flying Circus disponíveis para baixar. Obrigatório!
Compras: DVD (Monty Python)
Em Busca do Cálica Sagrado, A Vida de Brian - Edição Imaculada, Monty Python Ao Vivo no Hollywood Bowl, Monty Python - Jabberwocky, O Melhor de Graham Chapman.
Não temos elenco, Kléber Leite! Assista ao tape da vergonhosa exibição contra o América do México, e contrate urgentemente alguns jogadores!
Sem Fábio Luciano e Cristian, nossa defesa ficou mais aberta que a Vila Mimosa. Jaílton e Toró na cabeça-de-área se mostraram perdidos e inoperantes, enquanto Angelim e o zagueiro reserva (não guardei o nome) faziam bobagens lá atrás. Como é possível sofrer três gols de uma equipe que possui UM atacante? E UM atacante GORDO?
Com Marcinho bem vigiado, restou para Souza a tarefa de marcar gols. Tragédia! Se ele chutasse tão bem quanto arruma confusões em boates, seria o maior artilheiro do Brasil. Mas sejamos justos: Ibson e Kléberson não se aproximam, e Léo Moura e Juan, outrora agressivos e destemidos, preferem cozinhar o jogo pelo meio-campo, de forma inútil.
Sinto pena do Caio Jr. Achou que pegaria mamão-com-açúcar, e começa na maior furada. Sorte que, domingo, a partida contra o Santos terá portões fechados.
Tentarei dormir agora. Que aqueles pulhas não estejam na noite!
Comemoração antes do jogo, placas de despedida, presidente e vice entrando em campo, muito oba-oba. Resultado? A maior vergonha dos 113 anos de História do Flamengo.
50 mil rubro-negros foram ao Maracanã assistir à partida mais vexatória que eu já. Perder em casa por 3 a 0, depois de ganhar por 4 a 2, com facilidade, no estádio Azteca.
Flamengo irreconhecível, levando canseira do gordo Cabañas. No ataque, todos os chutes muito longe do gol adversário. A meta precisa de vinte metros de comprimentop para que Souza a acerte.
Revoltante o comportamento do time. Apático e desconcentrado. Joel Santana avisou, em entrevistas, que o jogo não estava ganho, que era necessário manter o foco, que o Américo do México era melhor do que se pensava.
Ele estava coberto de razão. Pena que, em sua despedida do clube, não evitou nossa pior catástrofe. Nosso Maracanaço.
O senador Agripino Maia, do DEM, comparou as mentiras que a ministra Dilma Roussef falou sob tortura, durante a ditadura militar, com o escândalo do dossiê.
São os principais motivos por que Lula foi eleito e reeleito, por que mantém índices elevados de aprovação popular e por que fará seu sucessor com os pés nas costas: a oposição só abre a boca para dizer besteira, e a maioria de nossos liberais é completamente estúpida, cretina e arrogante.
Já que não sabem criticar com o mínimo de inteligência e de compostura, pelo menos que se furtem a tamanho papelão na TV.
Muito fácil aniquilá-los nas urnas. Se o PT lançar um poste nas eleições presidenciais, ganha no primeiro turno.

Histórica capa do Globo, em 2005.
Joel Santana se despede de sua terceira passagem do Flamengo na próxima quarta-feira, no Maracanã, contra o América do México, na partida de volta pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores. No primeiro jogo, em pleno estádio Azteca, vitória rubro-negra por 4 a 2.
Papai Joel ganhou com o Flamengo o título carioca invicto de 1996, após levar o Fluminense ao improvável campeonato no ano de nosso centenário, contra a empáfia (e as brigas) de Romário e Vanderlei Luxemburgo.
Flamengo, campeão invicto de 1996.
Campeão estadual com os quatro grandes do Rio de Janeiro e campeão baiano com o Bahia na década de 90, o último trabalho relevante de Joel Santana acontecera no Vasco, com os títulos do Brasileiro e da Copa Mercosul (que contou com a antológica virada de 4 a 3 sobre o Palmeiras, no Parque Antártica) em 2000. Passagens fracassadas por Internacional, Corinthians e futebol árabe não o recomendavam para salvar o Flamengo do descenso no brasileiro de 2005, mas eis que o "rei da prancheta" não perde um jogo sequer. Ao final da temporada, transfere-se para o Japão - no entanto, retorna em 2007, classificando milagrosamente a equipe, de início entre as rebaixada, à próxima Libertadores.
Joel completa seu terceiro ciclo no Flamengo com outro título carioca, e praticamente classificado às quartas-de-final da Libertadores. Não duvido que faça a África do Sul avançar na Copa do Mundo de 2010.
Primeiro jogo da decisão em 2008: Flamengo 1, Botafogo 0.
Mas Joel Santana não foi o melhor treinador que vi no Flamengo. Há que se fazer justiça com Carlinhos
, que completou 70 anos no último 19 de novembro: além de figurar entre os maiores jogadores de meio-campo que vestiram o manto sangrado, o "Violino" levantou nove títulos no comando rubro-negro, mais do que qualquer outro.
Como jogador, Carlinhos disputou 517 partidas e marcou 25 gols pelo Flamengo. Recebeu as chuteiras de Biguá, em 1954, e as passou para Zico, em 1969. Foi campeão do Rio-São em 1961, e do Carioca em 1963 e em 1965.
Decisão de 1963: Fla-Flu, 0 a 0, com 194 mil presentes no Maracanã.
Técnico, Carlinhos levantou os troféus do Campeonatos Brasileiro de 1987 e 1992, do Campeonatos Carioca de 1991, 1999 e 2000, da Copa Mercosul de 1999, da Taça Guanabara de 1999 e 2000 e da Taça Rio de 1991. Sua marca registrada: o "falso" esquema 4-3-3, já que os pontas (Renato Gaúcho e Zinho em 1987, Paulo Nunes e Nélio em 1992) fechavam o meio-campo, acompanhando as subidas dos laterais adversários. Sem que ninguém notasse, Carlinhos antecipou em 20 anos a tática que permitiu aos franceses chegar à final da Copa do Mundo da Alemanha!
Flamengo massacra o Botafogo nas finais do Brasileiro de 1992.
A partir de quinta-feira, contudo, vida nova para o Flamengo: Caio Jr. assume o time, com a missão de conquistar o bi da Libertadores e o hexa do brasileiro. O Homem-Fluido fez belo trabalho no Paraná, em 2006. No Palmeiras e no Goiás, começou bem, mas desandou no final. Conhece e estuda futebol, mas o perfil fleumático, educado e pomposo talvez não combine com a paixão rubro-negra. Lembra demais Ney Franco que, entretanto, não foi tão mal quanto a imprensa esportiva do RJ gosta de dizer - uma vez que ganhou a Copa do Brasil e o Carioca em 2007.

Homem-Fluido, novo técnico rubro-negro.
As sapecadas recentes do Goiás para o Corinthians e o Itumbiara, bem como a saída pelos fundos do Palmeiras, não avalisam a contratação de Caio Jr. Mas faltam nomes no mercado, já que tirar Abel Braga do Inter ou Muricy Ramalho do São Paulo seria impossível, e Geninho e Tite, convenhamos, nem se fossem os últimos treinadores da face da Terra!
Primeira entrevista de Caio Jr. como técnico do Flamengo.
Boa sorte, Caio Jr! Mantenha os rumos de Papai Joel que vamos para as cabeças!
Em homenagem ao 30o. título carioca do Clube de Regatas Flamengo!, sobre o qual falarei mais tarde, fiquem primeiro com o mais belo hino do futebol brasileiro, composto por Lamartine Babo:
Hino do Flamengo, de Lamartine Babo.
Uma vez Flamengo.
Sempre Flamengo
Flamengo sempre eu hei de ser
É meu maior prazer vê-lo brilhar
Seja na terra, seja no mar
Vencer, vencer, vencer
Uma vez flamengo, Flamengo até, morrer
Na regata ele me mata,
Me maltrata, me arrebata
Que emoção no coração
Consagrado no gramado
Sempre amado, o mais cotado
Nos Fla-Flus é o 'ai, Jesus'!
Eu teria um desgosto profundo
Se faltasse o Flamengo no mundo
Ele vibra, ele é fibra
Muita libra já pesou
Flamengo até morrer eu sou
Como brinde pela fantástica virada de 3 a 1 sobre o Botafogo, a música Flamengo (que não está no CD do link!), de Jorge Ben.
Flamengo, de Jorge Ben.
É, esse time é igual aquele
O time do povo
Flamengas... Flamengo
Hei, he, Flamengão
Não bate nessa bola com desprezo
Toca nela com razão
Igual a você com muita fé e coragem
Existe mais um, o alvi-negro do parque
Na cidade-mar você quem manda em tudo
Flamengo Brasil você é grande no mundo
Flamengão
Hei, he, Flamengão
Não bate nessa bola com desprezo
Toca nela com razão
O toque de bola desse time é um encanto
Só existe gênio nesse meio de campo
Adílio de um lado, Carpegiane do outro
Manguito, Becão batendo até no pescoço
Na frente rei Zico com toque desconcertante
Lançou o Cláudio Adão que colocou no barbante
Flamengão
Hei, he, Flamengão
Não bate nessa bola com desprezo
Toca nela com razão
Com essa galera te aplaudindo noite e dia
Flamengo quando ganha o povo vibra de alegria
Lá no gramado verde a bola rola bonito
Mais um gol no placar de longe ouve os gritos
É gol
Hei, he, Flamengão
Não bate nessa bola com desprezo
Toca nela com razão
É, esse é igual aquele preto e branco
Cheio de amor pra dá, é
Hei, he, Flamengão
Dedicado ao meu pé de coelho lindo!
Para os que visitarem os arquivos de Los Olvidados, cuidado: há posts que não escrevi por lá!
Não sei por que, mas o blogue Ídolos de Bigode, co-escrito pelo amigo de ECO Leandro Godinho, está se misturando com Los Olvidados.
Espero resolver a questão em breve!
Coloque-se no lugar do Fenômeno e faça o seguinte exercício de identificação:
Você acaba de sair da night às 4h da madrugada, completamente bêbado. Recupera-se da terceira lesão grave no joelho que o tirou dos gramados. Vive acima do peso e há tempos se transformou em jogador de segunda categoria. Atravessa problemas psicológicos e, para afogar as mágoas, resolve contratar os serviços de três prostitutas em conhecido ponto de travestis na Barra da Tijuca.
Levando em conta o histórico o acima, você confundiria André Albertini, na foto, com uma mulher?

Hmmm... Boquinha de veludo!
Ronaldo confundiu. Pode-se culpá-lo?
a) Maldade. Parece mesmo com mulher!
b) Ainda que fosse mulher... que baranga!
c) Está na cara que é traveco, mas pegaria.
d) Ativo de boneca não é viado.
e) Cu de bêbado não tem dono...
Como desgraça pouca é bobagem, a ex-Ronaldinha Vivi Brunieri estrelará filme pornô pela Sexxxy. Ela, inclusive, já teria atuado, com sósia do Fenômeno! Em declaração para a imprensa, a moça afirmou que "tudo o que está sendo mostrado na mídia mundial (sobre o caso) não me espanta".
Em homenagem ao maior atrilheiro das Copas do Mundo, com 15 gols, fiquem com "Homem com H", de Ney Matogrosso:
Ney Matogrosso: macho como Ronaldo!
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem
Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come
Porque eu sou é home
Porque eu sou é home
Menino eu sou é home
Menino eu sou é home
E como sou!...(2x)
Quando eu estava prá nascer
De vez em quando eu ouvia
Eu ouvia a mãe dizer:
"Ai meu Deus como eu queria
Que essa cabra fosse home
Cabra macho prá danar"
Ah! Mamãe aqui estou eu
Mamãe aqui estou eu
Sou homem com H
E como sou!...
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem
Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come
Porque eu sou é home
Porque eu sou é home
Menino eu sou é home
Menino eu sou é home
E como sou!...
Cobra! Home!
Pega! Come!
Porque eu sou é home
Porque eu sou é home
Menina eu sou é home
Menina eu sou é home...
Eu sou homem com H
E com H sou muito home
Se você quer duvidar
Olhe bem pelo meu nome
Já tô quase namorando
Namorando prá casar...
Ah! Maria diz que eu sou
Maria diz que eu sou
Sou homem com H
E como sou!...
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem
Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come
Porque eu sou é home
Porque eu sou é home
Menino eu sou é home
Menino eu sou é home
E como sou!...
Cobra! Home!
Pega! Come!...
Nunca vi rastro de cobra
Nem couro de lobisomem
Se correr o bicho pega
Se ficar o bicho come
Porque eu sou é home
Porque eu sou é home
Menino eu sou é home
Menino eu sou é home...(3x)
Para Comprar (e morrer de rir):
Ronaldo, A Jornada de Um Gênio, de James Mosley (ou De Bento Ribeiro ao Motelzinho na Barra).
Ronaldo, Glória e Drama no Futebol Globalizado, de Jorge Caldeira (ou Das Gostosas aos Travecos Bagacentos).