dezembro 31, 2007

Miserere Nobis


Missa em Si Menor, BWV 232, Agnus Dei - J.S.Bach

"No dia seguinte, João viu Jesus, que vinha ter com ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, eis o que tira o pecado do mundo" (João, capítulo 1, versículo 29).

O Papa Sérgio I, ao final do século VII, introduziu na Missa Latina o Agnus Dei - que se baseia na associação que João Batista realiza entre Jesus e o Cordeiro de Deus. O texto, em latim:

Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis.
Agnus Dei, qui tollis peccata mundi, dona nobis pacem.

Em português:

Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, traga-nos paz.

O ápice da Missa Latina - como o de qualquer música, em qualquer tempo - ocorre com Johann Sebastian Bach. Que, embora luterano, compês durante a vida inteira a gloriosa Missa em Si Menor. Não era incomum Bach escrever em latim, mas não deixa de ser curioso que ele tenha escolhido a língua católica para nos presentear com seu magnífico testamento musical.

Composta no acorde mais difícil da música, em estrutura perfeitamente espelhada, e com a maior quantidade de vozes corais já postas em partitura. Duas horas perfeitas.

O Agnus Dei é executado no momenta da eucarista - a música que acompanha a transubstanciação, o principal milagre do catolicismo, quando o corpo e o sangue de Cristo se transformam na hóstia e no vinho oferecidos a cada um dos presentes, que aceitam a nova aliança proposta pelo Cordeiro de Deus.

Milagre exclusivo, porque não existe nas religiões prévias ao cristianismo católico - que se aproveitou de datas, festas e ritos de crenças anteriores.

"Católico" significa "Universal", e Bach tinha este conceito quando pensou sua Missa em Si menor em latim. Música para todos, música cujo Agnus Dei nos põe em contato com o que há de melhor e nos redime de todas as humilhações e injustiças do mundo dos homens.

Bach nos purifica de nossos sofrimentos.

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You and All Your Silly English Knnnnnnniiggits!

No distante e gélido Canadá - que nos deu Jim Carrey, Michael J. Fox, Dan Aykroyd, e que serve de exemplo para as picaretagens de Michael Moore -, meu amigo Pedro Eboli está fazendo seu curta-metragem de animação.

Escreve a história, desenha os personagens e cenários, pinta-os - ele é responsável pelo processo inteiro. Trabalho do cão.

Lembrando das boas e velhas conversas na ECO e arredores, já que quase não entrávamos na faculdade mesmo, posto o que acho ser a gag favorita dele: o encontro do Rei Arthur e de sua comitiva com os franceses no castelo.


Monty Python em Busca do Cálice Sagrado, 1974, de Terry Gilliam e Terry Jones.

Volta logo, Pedro. Ou fica por aí, arranja um emprego decente e me indica!

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Votação Melhores do Ano - Lembrete

Como a votação anda meio empacada, lembro que ela continua!

Só enviar sua lista com os 10 melhores filmes que estreiaram nos cinemas em 2007 para pkrga@yahoo.com.

Até 15 de janeiro. Participem!

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dezembro 30, 2007

Feliz Ano Novo


Tudo o Que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo, 1972, de Woody Allen.

Muitas ovelinhas para vocês em 2008. São os votos nada sinceros de Los Olvidados.

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dezembro 28, 2007

Solomon Burke (Post Extra-Cinematográfico)


I Need Your Love in My Life

Bom, nem só de música clássica vive o homem, não é verdade?

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Top 10 - Peerre

1. Lady Chatterley, de Pascale Ferran
2. Em Busca da Vida, de Jia Zhang-Ke
3. Cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood
4. Os Donos da Noite, de James Gray
5. Medos Privados em Lugares Públicos, de Alain Resnais
6. Os Anjos Exterminadores, de Jean-Claude Brisseau
7. A Rainha, de Stephen Frears
8. Maria, de Abel Ferrara
9. Império dos Sonhos, de David Lynch
10. Sombras de Goya, de Milos Forman

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dezembro 27, 2007

Ajuda dos Leitores

Pergunto se os leitores que usam Internet Explorer e Firefox para visualizar o blogue enxergam as letras da forma apropriada.

Isto é: se nos acentos, ceditlha e til não surgem caracteres estranhos que impedem a leitura.

Agradeço se me ajudarem, porque talvez haja este problema que eu precise corrigir. Informem na caixinha de comentários.

Obrigado!

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Um Dedo sobre Sombras de Goya

sombrasdegoya.jpg
Lorenzo vai até o fim, como todo bom personagem de Milos Forman.

Leio em todos os lugares que o filme não é sobre Goya, e sim a respeito da época. Que os personagens principais são Lorenzo e Inês.

Não, está errado. Goya é claramente o personagem principal, o herói de Milos Forman. Mas ele age através do que sabe: de sua pintura, de suas litogravuras, de seus afrescos, de seus esboços. Ainda iconoclasta, mas hesitante - como era, aliás, Valmomt.

Lorenzo e Inês são criações de Goya. "Goya's Ghosts": a construção em inglês indica posse. Eles não existem no mundo e são retratados pelo artista - é o contrário: a partir do momento que nascem para Goya, colocam-se igualmente à disposição da realidade. A tragédia do herói está no fato de interior e exterior, apesar de unidos, jamais se conciliarem. O que ele imagina é constantemente abalado pelas relovuções que sacodem a Espanha e a Europa.

Todas as aparições de Inês e de Lorenzo são mediadas pelo olhar de Goya, que os desenha, pinta, rascunha, recria. São os fantasmas do artista, suas obras, que refletem sobre a condição de Goya na sociedade. Milos Forman exterioriza os pensamentos e sentimentos do herói e os encarna nestes dois personagens que vivem entre dois mundos, do Ancient Regime e do triunfo burguês, que fica indignado contra as atrocidades cometidas pelos que detêm o poder, mas que oficialmente os corteja e os bajula em troca de dinheiro, de favores e de prestígio. A recusa de Lorenzo - que migrava de ideal para ideal, que não hesitou em se confessar macaco para escapar da tortura - em se descular frente à Igreja Católica, aceitando a execução, marca igualmente o reencontro de Goya com a crença e a insubmissão necessárias à arte.

Apenas Milos Forman daria tanto dignidade a um condenado.

Goya é o pintor da Corte, não se cansa de repetir, embora ao mesmo tempo queira salvar a enlouquecida e escorraçada Inês. Nesta duplicidade trafega Milos Forman, que ainda nos oferece a mais estranha e bizarra história de amor desde... Valmont! - também dele e de Jean-Claude Carrière. Amor entre Inês e Lorenzo, claro (e o plano final é de cortar o coração), mas também - e sobretudo - de Goya por Inês (Lorenzo lhe pergunta, logo no início, se os pintores não costumam se apaixonar por suas modelos).

Embora ele nunca compreenda, ou sequer perceba, que a ama.

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O Astrolábio de Lata

A Igreja Católica já condenou Giordano Bruno, Galileo Galilei, Voltaire, Lutero...

E hoje sobe nas tamancas por causa desta bobagem descomunal chamada A Bússola de Ouro.

Sinal dos tempos... Toda criança que se tornar atéia devido ao filme merece ser queimada viva, por burrice.

Bom, para não dizer que o filme é de todo horroroso, há um plano interessante: mesmo sob quilos de efeitos CGI, e na escuridão feia de dar dó, pode-se vislumbrar a coxa da Eva Green.

Companheiros, Eva Green vale qualquer ingresso. Mesmo quando pronuncia Serafina Pekkala com ênfase para lá de engraçada.

Espero que, depois do fracasso de bilheteria nos EUA, enterrem as continuações. Da mesma forma que torço para que os executivos de Hollywood se dêem por satisfeitos com as séries de Harry Potter, O Senhor dos Anéis e As Crônicas de Nárnia.

Já estou cansado de acompanhar nos cinemas os romances que não lerei...

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dezembro 24, 2007

Agora, É Sério


A Felicidade Não Se Compra, 1946, de Franck Capra.

Um natal frankcapriano para vocês!

Que muitos anjos ganhem suas asas.

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dezembro 23, 2007

Feliz Natal!!! Parte 2

Agora, com Rudolph, A Rena do Nariz Vermelho.

Na verdade, uma paródia do clássico produzido pela NIBC em 1964. Como seria Rudolph, se filmado hoje? O melhor fica para o final, quando a rena com o nariz deformado encontra o elfo gay:

- Você quer me ver gritar como um porco?

E o Boneco de Neve começa a tocar a música de Amargo Pesadelo!

Para manter o clima natalino, pedaço da seqüência em que Ned Beatty, no filme de John Boorman, é estuprado pelos matutos no mato:

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Feliz Natal!!!

Com Mr. Hankey, The Christmas Poo!!!

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dezembro 22, 2007

Top 10 - Fernando Secco

1. Em Busca da Vida, de Jia Zhang-Ke
2. Lady Chatterley, de Pascale Ferran
3. Luzes na Escuridão, de Aki Kaurismaki
4. Medos Privados em Lugares Públicos, de Alain Resnais
5. Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho
6. Cão Sem Dono, de Beto Brant e Renato Ciasca
7. O Hospedeiro, de Bong Joon-Ho
8. Império dos Sonhos, de David Lynch
9. Novo Mundo, de Emanuele Crialese
10. Conceição – Autor Bom É Autor Morto, de André Sampaio, Cynthia Sims, Daniel Caetano, Guilherme Sarmiento, Samantha Ribeiro

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dezembro 21, 2007

Top 10 - Michel Simões

1. Paris, Te Amo, de vários diretores
2. Tropa de Elite, de José Padilha
3. Dias de Glória, de Rachid Bouchareb
4. Maria, de Abel Ferrara
5. Um Amor Jovem, de Ethan Hawke
6. Querô, de Carlos Cortez
7. Não Por Acaso, de Philippe Barcinski
8. Vermelho como Céu, de Cristiano Bortone
9. A Comédia do Poder, de Claude Chabrol
10. Crimes de Autor, de Claude Lelouch

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Grupo 4

flamengo1981.jpg
Flamengo campeão da Libertadores em 1981.

Saíram os grupos da Libertadores 2008. O sorteio, para o Flamengo, foi guiado pelos deuses do futebol: teremos a chance de exorcizar nossas derrotas uruguaias, caso o Montevidéu Wanderes elimine o Cienciano (do Peru) na primeira fase da competição.

Não temos bom retrospecto contra uruguaios. Perdemos para o Defensor, em 2007, nas oitavas-de-final. Em 1984, o timaço de Zico, Júnior, Raul, Andrade, Adílio e companhia inacreditavelmente empatou com o Peñarol no Maracanã, pela semifinal, e acabou fora. Precisava apenas da vitória para decidir o título contra o Grêmio.

O auri-negro, pelo menos, foi campeão. Melhor a taça com qualquer time do que com o Grêmio.

Agora, dois adversários já estão definidos: o desconhecido Coronel Bolognesi, do Peru (que, como o saudoso Cobreloa, joga no deserto), e o tradicionalíssimo Nacional, do Uruguai. Clássico do futebol mundial na fase de grupos, quatro títulos da Libertadores e quatro mundiais em campo. Maracanã que me aguarde.

E falta, claro, descobrir o último obstáculo para o rubro-negro. Wanderers ou Cienciano? Prefiro o clube de Montevidéu, não apenas para nos vingar de nossos irmãos platenses, como também para fugir da altitude de Cuzco. São 3.400 metros morro acima, afinal.

Mas seja lá quem for, dentro do grupo ou no mata-mata, ninguém impedirá Fábio Luciano de repetir o gesto eterno de Zico, quando o Flamengo venceu o Cobreloa por 2 a 0, no Estádio Centenário - de Montevidéu!

Uruguai, de boas recordações...

zicolibertadores.jpg
Zico com a taça da Libertadores, em 1981.

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dezembro 20, 2007

Screen Actors Guild Awards

Melhor ator

George Clooney (Conduta de Risco)
Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
Ryan Gosling (Lars and the Real Girl)
Emile Hirsch (Into the Wild)
Viggo Mortensen (Senhores do Crime)

Melhor atriz

Cate Blanchett (Elizabeth: The Golden Age)
Julie Christie (Away From Her)
Marion Cotillard (Piaf, Um Hino ao Amor)
Angelina Jolie (O Preço da Coragem)
Ellen Page (Juno)

Melhor ator coadjuvante

Casey Affleck (O Assassinato de Jesse James)
Javier Bardem (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Hal Holbrook (Into The Wild)
Tommy Lee Jones (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Tom Wilkinson (Conduta de Risco)

Melhor atriz coadjuvante

Cate Blanchett (I’m Not There)
Ruby Dee (O Gângster)
Catherine Keener (Into The Wild)
Amy Ryan (Medo da Verdade)
Tilda Swinton (Conduta de Risco)

Melhor Elenco

Os Indomáveis
O Gângster
Hairspray
Into the Wild
Onde os Fracos Não Tem Vez

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Outros Prêmios da Crítica Americana (e Canadense)

Dallas Fort Worth Critics Awards

Melhor filme: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor atriz coadjuvante: Tilda Swinton (Conduta de Risco)
Melhor roteiro: Juno
Melhor animação: Ratatouille
Melhor fotografia: O Assassinato de Jesse James

Southeastern Film Critcs Awards

Melhor filme: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Medo da Verdade)
Melhor roteiro original: Juno
Melhor roteiro adaptado: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor animação: Ratatouille
Melhor filme estrangeiro: O Escafandro e a Borboleta
Melhor documentário: No End in Sight

Toronto Film Critics Awards

Melhor filme: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor ator: Viggo Mortensen (Senhores do Crime)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her) / Ellen Page (Juno)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor atriz coadjuvante: Cate Blanchett (I'm Not There)
Melhor roteiro: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor animação: Ratatouille
Melhor filme estrangeiro: 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias
Melhor documentário: No End in Sight

Austin Film Festival

Melhor filme: Sangue Negro
Melhor diretor: Paul Thomas Anderson (Sangue Negro)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
Melhor atriz: Ellen Page (Juno)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor atriz coadjuvante: Allison Janney (Juno)
Melhor roteiro original: Juno
Melhor roteiro adaptado: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor animação: Ratatouille
Melhor fotografia: Sangue Negro
Melhor trilha sonora: Sangue Negro
Melhor filme estrangeiro: A Espiã
Melhor documentário: The King of Kong: A Fistful of Quarters

Golden Satellites Awards

Melhor filme - drama: Onde os Fracos Não Tem Vez
Melhor filme - comédia ou musical: Juno
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Melhor ator - drama: Viggo Mortensen (Senhores do Crime)
Melhor atriz - drama: Marion Cotillard (Piaf, Um Hino ao Amor)
Melhor ator - comédia ou musical: Ryan Gosling (Lars and the Real Girl)
Melhor atriz - comédia ou musical: Ellen Page (Juno)
Melhor ator coadjuvante: Tom Wilkinson (Conduta de Risco) / Casey Affleck (O Assassinato de Jesse James)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Medo da Verdade)
Melhor roteiro original: Juno
Melhor roteiro adaptado: Desejo e Reparação
Melhor fotografia: O Escafandro e a Borboleta
Melhor trilha sonora: O Caçador de Pipas
Melhor canção: Grace Is Gone
Melhor montagem: O Gângster
Melhor efeitos visuais: 300
Melhor som e edição de som: O Ultimato Bourne
Melhor direção de arte: Elizabeth: A Era de Ouro
Melhor figurino: Elizabeth: A Era de Ouro
Melhor animação: Ratatouille
Melhor filme estrangeiro: Lust, Caution
Melhor documentário: Sicko

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Oh Brother Lumière, Where Art Thou?

http://www.revistamoviola.com/2007/12/20/a-modernidade-e-o-inicio-do-cinema/

Revista Moviola 2 no ar. Colaboro com artigo sobre o nascimento do cinema, aquele período entre os anos de 1890 e 1910.

Bom, omiti o fato que de que os Lumière simpatizavam com o fascismo...

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dezembro 17, 2007

Saudade É...

... Passar a madrugada em claro, olhando fotos tiradas em outra cidade, outro estado, outro tempo, outra vida.

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4a. Votação Los Olvidados Melhores do Ano

Está aberta a votação para os melhores do ano, que segue a mesma linha das anteriores.

Convido os leitores a enviarem suas listas com os 10 melhores filmes que estreiaram no Brasil em 2007, dispostos do primeiro ao décimo lugar, para o e-mail pkrga@yahoo.com. O filme número 1 de cada lista recebe 10 pontos, e assim sucessivamente até o décimo colocado, que ganha 1 ponto. Somados todos os pontos, será feita a lista final com top 10 de Los Olvidados.

A votação termina dia 15 de janeiro. Todas as listas serão publicadas. Participem!

Seguem abaixo os filmes que podem ser votados. Tomei por base o site http://epipoca.uol.com.br/calendario_estreias.php?. Qualquer dúvida, só consultá-lo.

Janeiro

A Menina e o Porquinho, de Gary Winick
O Planeta Branco, Jean Lemire, Thierry Piantanida, Thierry Ragobert
Diamante de Sangue, de Edward Zwick
O Dono da Festa 2, de Mort Nathan
Mais Estranho que a Ficção, de Marc Forster
Uma Noite no Museu, de Shawn Levy
O Passageiro – Segredos de Adulto, de Flávio R. Tambellini
Ato Terrorista, de Joseph Castelo
Babel, de Alejandro González Iñarritu
Alex Rider Contra o Tempo, de Geoffrey Sax
Deja Vu, de Tony Scott
Silk – O Primeiro Espírito Capturado, de Chao-Bin Su
As Aventuras de Azur e Asmar, de Michel Ocelot
O Mar Não Está Pra Peixe, de Howard E. Baker e John Fox
Perfume: A História de Um Assassino, de Tom Tykwer
A Grande Família: O Filme, de Maurício Farias
Apocalypto, de Mel Gibson

Fevereiro

À Procura da Felicidade, de Gabrielle Muccino
Pro Dia Nascer Feliz, de João Jardim
Dogão, Amigo pra Cachorro, de Dave Borthwick, Jean Duval, Frank Passingham
O Último Rei da Escócia, de Kevin MacDonald
Dias de Glória, de Rachid Bouchareb
Brichos, de Paulo Munhoz
Rocky Balboa, de Sylvester Stallone
A Rainha, de Stephen Frears
Antônia – O Filme, de Tata Amaral
Pecados Íntimos, de Todd Field
Turma da Mônica em Uma Aventura no Tempo, de Maurício de Souza
Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho, de Bill Condon
Cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood
Scoop, O Grande Furo, de Woody Allen
Turistas, de John Stockwell
Borat, de Larry Charles
O Bom Pastor, de Robert De Niro
Sangue e Chocolate, de Katja Von Garnier
Meus Quinze Anos, de Richard Glatzer, Wash Westmoreland
Operação Limpeza, de Les Mayfield
A Conquista da Honra, de Clint Eastwood
O Homem Duplo, de Richard Linklater

Março

Hollywoodland – Bastidores da Fama, de Allen Coulter
O Espectro, de Paulo Sérgio de Almeida
Norbit, de Brian Robbins
Luzes na Escuridão, de Aki Kaurismaki
Maria Antonieta, de Sofia Coppola
Invincible, de Ericson Core
Correndo com Tesouras, de Ryan Murphy
Os Gigolôs, de Richard Bracewell
Ponte para Terabithia, de Gabor Csupo
Atirador, de Antoine Fuqua
O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia
Os 12 Trabalhos, de Ricardo Elias
Número 23, de Joel Schumacher
Arthur e os Minimoys, de Luc Besson
Deu a Louca em Hollywood, de Jason Friedberg, Aaron Seltzer
Pingue-Pongue na Mongólia, de Hao Ning
Pegar e Largar, de Susannah Grant
300, de Zack Snyder
Ó Paí Ó, de Monique Gardemberg
O Segredo, de Drew Harriot
O Motoqueiro Fantasma, de Mark Steven Johnson
Candy, de Neil Armfield
Letra e Música, de Marc Lawrence
Notas sobre Um Escândalo, de Richard Eyre
À Margem do Concreto, de Evaldo Mocarzel
Der Rote Kakadu, de Dominik Graf
Quart4B, de Marcelo Galvão
A Pele, de Steven Shainberg
Sonhos com Xangai, de Wang Xiaoshuai

Abril

Ventos da Liberdade, de Ken Loach
As Tartarugas Ninja – O Retorno, de Kevin Munroe
Caçados, de Darrell Roodt
Maria, de Abel Ferrara
A Colheita do Mal, de Stephen Hopkins
Batismo de Sangue, de Helvecio Ratton
Hannibal – A Origem do Mal, de Peter Webber
Noivas, de Pantelis Voulgaris
A Última Cartada, de Joe Carnahan
Inferno, de Danis Tanovic
Motoqueiros Selvagens, de Walt Becker
Vermelho como Céu, de Cristiano Bortone
Escola do Riso, de Mamoru Hosi
Lua Cambará – Nas Escadarias do Palácio, de Rosemberg Cariry
Sambando nas Brasas, Morô?, de Elizeu Ewald
100 Escovadas Antes de Dormir, de Luca Guadagnino
Minha Mãe Quer que Eu Case, de Michael Lehmann
Miss Potter, de Chris Noonan
Proibido Proibir, de Jorge Duran
O Mundo em Duas Voltas, de David Schurmann
Um Beijo a Mais, de Tony Goldwyn
A Família do Futuro, de Stephen J. Anderson
Cartola – Música para os Olhos, de Hilton Lacerda e Lírio Ferreira
Caixa Dois, de Bruno Barreto
As Férias de Mr. Bean, de Steve Bendelack
Na Cama, de Matias Bize
Sunshine – Alerta Solar, de Danny Boyle
A Estranha Perfeita, de James Foley

Maio

Hércules 56, de Silvio Da-Rin
Em Trânsito, de Henri Arraes Gervaiseau
Escola de Idiotas, de Todd Phillips
Alpha Dog, de Nick Cassavetes
Uma Jornada de Esperança, de David Hickson
Marcas da Vida, de Andrea Arnold
Olhe para os Dois Lados, de Sarah Watt
O Hospedeiro, de Bong Joon-Ho
Vício e Beleza, de Li Cheng-Sheng
O Profeta das Águas, de Leopoldo Nunes
O Quinze, de Jurandir de Oliveira
Piratas do Caribe – No Fim do Mundo, de Gore Verbinski
Yippee – Alegria de Viver, de Paul Mazursky
O Tigre e a Neve, de Roberto Benigni
Princesas, de Fernando León de Aronoa
A Leste de Bucareste, de Corneliu Porumboiu
Nome de Família, de Mira Nair
Faixa de Areia, de Flávia Lins e Silva, Daniela Kallmann
Esses Moços, de José Araripe Jr.
Nossa Senhora de Caravaggio, de Fábio Barreto
Lost Zweig, de Sylvio Back
Homem-Aranha 3, de Sam Raimi
Ódiquê, de Felipe Joffily
O Guardião, de Rodrigo Moreno
Uma Juventude Como Nenhuma Outra, de Vardit Bilu, Dalia Hagar
Invasão de Domicílio, de Anthony Minghella
Lady Vingança, de Park Chan-Wook
Um Crime de Mestre, de Gregory Hoblit
Conversando com Deus, de Stephen Simon
O Amor Pode Dar Certo, de Ed Stone
Baixio das Bestas, de Cláudio Assis

Junho

Um Lugar na Platéia, de Daniele Thompson
Não por Acaso, de Philippe Barcinski
Shrek Terceiro, de Chris Miller, Raman Hui
Whisper, de Stewart Hendler
Cão Sem Dono, de Beto Brant e Renato Ciasca
A Vida Secreta das Palavras, de Isabel Coixet
Depois do Casamento, de Susanne Bier
Carreiras, de Domingos Oliveira
Atravessando a Ponte – O Som de Istambul, de Fatih Akim
Bem-Vindo ao Jogo, de Curtis Hanson
Além do Desejo, de Pernille Fischer Christensen
Treze Homens e Um Novo Segredo, de Steven Soderbergh
Meteoro, de Diego de la Texera
O Despertar de Uma Paixão, de John Curran
O Balconista 2, de Kevin Smith
O Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, de Tim Story
O Tango de Rashevski, de Sam Garbarski
Mulheres Desesperadas, de Esmé Lammers
500 Almas, de Joel Pizzini
Zodíaco, de David Fincher
Inesquecível, de Paulo Sérgio de Almeida
Confidencial, de Douglas McGrath
Premonições, de Mennan Yapo
Transylvania, de Tony Gatlif
Extermínio 2, de Juan Carlos Fresnadillo
Histórias do Rio Negro, de Luciano Cury
Totalmente Apaixonados, de Bart Freundlich

Julho

Quatro Estrelas, de Christian Vincent
Rogue, de Greg McLean
20 Centímetros, de Ramón Salazar
Somos Todos Um, de Ward Powers
Harry Potter e a Ordem da Fênix, de David Yates
Fabricando Tom Zé, de Décio Matos Jr.
Eu Me Chamo Elisabeth, de Jean-Pierre Améris
As Tentações do Irmão Sebastião, de José Araújo
Medos Privados em Lugares Públicos, de Alain Resnais
Reine sobre Mim, de Mike Binder
Algo como a Felicidade, de Bohdan Sláma
Transformers, de Michael Bay
Baila Comigo, de Randall Miller
Ao Lado da Pianista, de Denis Dercourt
Saneamento Básico, O Filme, de Jorge Furtado
Ela É Poderosa, de Gary Marshall
Bobby, de Emilio Estevez
Quebra de Confiança, de Billy Ray
O Ex-Namorado da Minha Mulher, de Jesse Peretz
Conceição – Autor Bom É Autor Morto, de André Sampaio, Cynthia Sims, Daniel Caetano, Guilherme Sarmiento, Samantha Ribeiro
Luzes do Além, de Patrick Lussier
Paris, Eu te Amo, de vários diretores
Ratatouille, de Brad Bird
Meu Irmão Quer Se Matar, de Lone Scherfig

Agosto

O Edifício Yacoubian, de Marwan Hamed
O Ultimato Bourne, de Paul Greengrass
Time, de Kim Ki-Duk
Os Simpsons – O Filme, de David Silverman
Três Irmãos de Sangue, de Ângela Patrícia Reiniger
Encontro com Milton Santos, de Silvio Tendler
A Morte Pede Carona, de Dave Meyers
Garotas, Gritos e Música, de Chus Gutiérrez
Acredite, Um Espírito Baixou em Mim, de Jorge Moreno
Bubble, de Eytan Fox
Brasileirinho, de Mika Kaurismaki
Espírito 2 – Você Nunca Está Sozinho, de Banjong Pisanthanakun, Parkpoom Wongpoom
Fora de Jogo, de Jafar Panahi
A Ponte, de Eric Steel
Possuídos, de William Friedkin
A Pedra do reino, de Luiz Fernando Carvalho
Santiago, de João Moreira Salles
Licença para Casar, de Ken Kwapis
Paranóia, de D.J. Caruso
Cidade dos Homens, de Paulo Morelli
Encontro ao Acaso, de Joey Lauren Adams
A Volta do Todo Poderoso, de Tom Shadyac
Duro de Matar 4.0, de Len Wiseman
A Comédia do Poder, de Claude Chabrol
As Leis de Família, de Daniel Burman
Em Busca da Vida, de Jia Zhang-Ke
O Dono do Mar, de Odorico Mendes
O Último Bandoneon, de Alejandro Saderman
Person, de Marina Person
O Primo Basílio, de Daniel Filho
Escorregando para a Glória, de Josh Gordon, Will Speck
Sem Reservas, de Scott Hicks
Princesa, de Henrique Goldman
Minzy, A Chave do Universo, de Bob Shaye
Memória do Movimento Estudantil, de Silvio Tendler
Mestre Bimba – A Capoeira Iluminada, de Luiz Fernando Goulart
O Fim do Sem-Fim, de Lucas Bambozzi, Cao Guimarães, Beto Magalhães

Setembro

O Vigarista do Ano, de Lasse Hallstrom
Os Mensageiros, de Oxide Pang Chun, Danny Pang
Querô, de Carlos Cortez
O Albergue, Parte II, de Eli Roth
Instinto Secreto, de Bruce A. Evans
Os Anjos Exterminadores, de Jean-Claude Brisseau
Deite Comigo, de Clément Virgo
Aboio, de Marília Rocha
Maria Bethania – Pedrinha de Aruanda, de Andrucha Waddington
Kirikou 2 – OS Animais Selvagens, de Bénédicte Galup, Michel Ocelot
Fido – O Mascote, de Andrew Currie
Bem-Vindo a São Paulo, de vários diretores
Hairspray – Em Busca da Fama, de Adam Shankman
Ligeiramente Grávidos, de Judd Apatow
Nunca É Tarde para Amar, de Amy Heckerling
Rogue, o Assassino, de Philip G. Atwell
A Massai Branca, de Hermine Huntgeburth
A Última Legião, de Doug Lefler
O Vidente, de Lee Tamahori
Nação Fast Food, de Richard Linklater
O Homem que Desafiou o Diabo, de Moacyr Góes
Marrock, de Laila Marrakchi
The Bucket List, de Rob Reiner
Eu os Declaro Marido e... Larry, de Dennis Dugan
No Calor do Verão, de Christophe Ali, Nicolas Bonilauri
Firehouse Dog, de Todd Holland
Vira-Lata, de Frederik Du Chau
A Hora do Rush 3, de Brett Ratner
O Grande Chefe, de Lars Von Trier
O Pequeno Italiano, de Andrei Kravchuk

Outubro

Putz! A Coisa Tá Feia, de Michael Hegner, Karsten Kiilerich
Morte no Funeral, de Frank Oz
Propriedade Privada, de Joachim Lafosse
Metal: Uma Jornada pelo Mundo do Heavy Metal, de Sam Dunn, Scot McFadyen, Jessica Joy Wise
Desbravadores, de Marcus Nispel
Stardust – O Mistério da Estrela Cadente, de Matthew Vaughn
Justiça a Qualquer Preço, de Andrew Lau, Niels Mueller
Piaf – Um Hino ao Amor, de Olivier Dahan
Garçonete, de Adrienne Shelly
Bratz: O Filme, de Sean McNamara
Tropa de Elite, de José Padilha
Invasores, de Oliver Hirschbiegel, James McTeigue
Superbad – É Hoje, de Greg Mottola
Inimigos do Império, de Feng Xiaogang
Exuberante Deserto, de Dror Shaul
Tá Dando Onda, de Ash Brannon, Chris Buck
Renaissance, de Christian Volckman
People – Histórias de Nova York, de Danny Leiner
Jogos Mortais 4, de Darren Lynn Bousman
O Passado, de Hector Babenco
Resident Evil 3: A Extinção, de Russel Mulcahy
A Maldição da Flor Dourada, de Zhang Yimou

Novembro

O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford, de Andrew Dominik
O Reino, de Peter Berg
Angel-A, de Luc Besson
Os Indomáveis, de James Mangold
Eu Sei Quem Me Matou, de Chris Siverston
Viagem a Darjeeling, de Wes Anderson
O Sinal, de Ricardo Darín, Marin Hodara
Elipsis, de Eduardo Arias-Nath
Viva Zapatero!, de Sabina Guzzanti
Morte do Presidente, de Gabriel Range
A Vida dos Outros, de Florian Henckel von Donnersmarck
O Engenho de Zé Lins, de Vladimir Carvalho
Eu e as Mulheres, de Jonathan Kasdan
No Vale das Sombras, de Paul Haggis
PQD, de Guilherme Coelho
Armênia, de Robert Guediguian
Lady Chatterley, de Pascale Ferran
A Última Hora, de Nadia Conners, Leila Conners Petersen
A Coragem de Amar, de Claude Lelouch
Remissão, de Silvio Coutinho
Podecrer, de Arthur Fontes
Meu Melhor Amigo, de Patrice Leconte
Antes Só do que Mal Casado, de Peter e Bobby Farrelly
Mandando Bala, de Michael Davis
O Búfalo da Noite, de Jorge Hernandez Aldana
Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho
Planeta Terror, de Robert Rodriguez
Leões e Cordeiros, de Robert Redford
O Magnata, de Johnny Araújo
Grupo Corpo 30 Anos – Uma Família Brasileira, de Lucy Barreto, Fábio Barreto, Marcelo Santiago
Deu a Louca na Cinderela, de Paul J. Bolger, Yvette Kaplan
Os Donos da Noite, de James Gray
A Casa de Alice, de Chico Teixeira
Mutum, de Sandra Kogut
Crimes de Autor, de Claude Lelouch
A Loja Mágica de Brinquedos, de Zach Helm
A Noiva Perfeita, de Eric Lartigau
Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo, de Gustavo Spolidoro
Polaróides Urbanas, de Miguel Falabella
Dark Matter, de Chen Shi-Zheng
Ponto de Vista, de Pete Travis
Noel – Poeta da Vila, de Ricardo Van Steen
O Preço da Coragem, de Michael Winterbottom
1408, de Mikael Hafstrom
Um Verão para Toda Vida, de Rod Hardy
A Via Láctea, de Lina Chamie
Sem Controle, de Cris D’amato
O Longo Amanhecer - Cinebiografia de Celso Furtado, de José Mariani

Dezembro

3 Efes, de Carlos Gerbase
O Mundo a Seus Pés, de Paul Crowder, John Dower
Santos e Demônios, de Dito Montiel
Império dos Sonhos, de David Lynch
No Natal a Gente se Encontra, de Lance Rivera
Hitman, de Xavier Gens
Seres Estranhos, de Takashi Shimizu
The Waterhorse, de Jay Russell
Em Paris, de Christophe Honoré
Conduta de Risco, de Tony Gilroy
The Mist, de Frank Darabont
Xuxa e Um Sonho de Menina, de Rudi Lagemann
Estamos Bem Mesmo Sem Você, de Kim Rossi Stuart
Os Porralokinhas, de Lui Farias
A Bússola de Ouro, de Chris Weitz
A Culpa é do Fidel, de Julie Gavras
Sombras de Goya, de Milos Forman
O Amor nos Tempos do Cólera, de Mike Newell
Angel, de François Ozon
Reservation Road, de Tony George
Across the Universe, de Julie Taymor
Titio Moel, de David Dobkin
30 Dias de Noite, de David Slade
Bee Movie – A História de Uma Abelha, de Steve Hickner, Simon J. Smith
Mundo Novo, de Emanuele Crialese
O Sobrevivente, de Werner Herzog
Encantada, de Kevin Lima
A Alegria de Emma, de Sven Taddicken
Sidney White, de Joe Nussbaum
An American Crime, de Tommy O’Haver
Um Amor Jovem, de Ethan Hawke

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dezembro 16, 2007

AFI Awards

Os dez melhores do ano pelo American Film Institute:

Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto
O Escafandro e a Borboleta
Into the Wild
Juno
Knocked Up
Conduta de Risco
Onde os Fracos Não Tem Vez
Ratatouille
The Savages
Sangue Negro

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Google Earth

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dezembro 15, 2007

Indiano Jones

Outro dia, estava conversando no MSN com meu amigo Pedro Eboli, e lançamos o projeto "Indiano Jones na Vila da Dama na Água".

O filme - desenvolvido integralmente sobre números musicais bollywoodianos - será estrelado por M. Night Shyamalan.

Embora ainda não tenhamos feito a sinopse, posso adiantar que Indiano Jones, herói contemporâneo, atormenta-se por ver aliens mortos.

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Vai Mantegar Você Também


O Último Tango em Paris, 1972, de Bernardo Bertolucci.

Procurei a versão completa da "cena da manteiga" no youtube, mas não encontrei. Ela continua com Marlon Brando forçando Maria Schneider a blasfemar contra a família e as instituições, enquanto... Vocês sabem. É cafona, como o filme em si, mas pelo menos rendeu a excelente piada dos Trapalhões, "Papai Eu Quero Me Casar":


Papai Eu Quero Me Casar, 1981, dos Trapalhões.

A Globo poderia reprisar o programa, não? Didi, Dedé, Mussum e Zacarias eram brilhantes.

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Globo de Ouro

Melhor filme - drama
O Gângster
Desejo e Reparação
Senhores do Crime
The Great Debaters
Conduta de Risco
Onde os Fracos Não Tem Vez
Sangue Negro

Melhor atriz - drama
Cate Blanchett (Elizabeth: The Golden Age)
Julie Christie (Away From Her)
Jodie Foster (A Valente)
Angelina Jolie (O Preço da Coragem)
Keira Knightley (Desejo e Reparação)

Melhor ator - drama
George Clooney (Conduta de Risco)
Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
James McAvoy (Desejo e Reparação)
Viggo Mortensen (Senhores do Crime)
Denzel Washington (O Gângster)

Melhor filme - musical ou comédia
Across The Universe
Charlie Wilson's War
Hairspray
Juno
Sweeney Todd

Melhor atriz - musical or comédia
Amy Adams (Encantada)
Nikki Blonsky (Hairspray)
Helena Bonham Carter (Sweeney Todd)
Marion Cotillard (Piaf, Um Hino ao Amor)
Ellen Page (Juno)

Melhor ator - musical ou comédia
Johnny Depp (Sweeney Todd)
Ryan Gosling (Lars and the Real Girl)
Tom Hanks (Charlie Wilson's War)
Philip Seymour Hoffman (The Savages)
John C. Reilly (Walk Hard: The Dewey Cox Story)

Melhor ator coadjuvante
Casey Affleck (O Assassinato de Jesse James)
Javier Bardem (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Philip Seymour Hoffman (Charlie Wilson's War)
John Travolta (Hairspray)
Tom Wilkinson (Conduta de Risco)

Melhor atriz coadjuvante
Cate Blanchett (I'm Not There)
Saoirse Ronan (Desejo e Reparação)
Julia Roberts (Charlie Wilson's War)
Amy Ryan (Medo da Verdade)
Tilda Swinton (Conduta de Risco)

Melhor diretor
Tim Burton (Sweeney Todd)
Joel and Ethan Coen (Onde os Fracos Não Tem Vez)
Julian Schnabel (O Escafandro e a Borboleta)
Ridley Scott (O Gângster)
Joe Wright (Desejo e Reparação)

Melhor roteiro
Juno
Onde os Fracos Não Tem Vez
Desejo e Reparação
O Escafandro e a Borboleta
Charlie Wilson's War

Melhor filme estrangeiro
4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias
O Escafandro e a Borboleta
O Caçador de Pipas
Lust, Caution
Persepolis

Melhor animação
Bee Movie
Ratatouille
Os Simpsons, O Filme

Melhor trilha sonora
Into the Wild
Grace is Gone
O Caçador de Pipas
Desejo e Reparação
Senhores do Crime

Melhor canção original
"Despedida" (Amor nos Tempos do Cólera)
"Grace is Gone" (Grace is Gone)
"Guaranteed" (Into the Wild)
"That's How You Know" (Encantada)
"Walk Hard" (Walk Hard: The Dewey Cox Story)

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Mais Prêmios da Crítica

Chicago Film Critics

Melhor filme: No Country for Old Man
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (No Country for Old Man)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (There Will Be Blood)
Melhor atriz: Ellen Page (Juno)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (No Country for Old Man)
Melhor atriz coadjuvante: Cate Blanchett (I'm Not There)
Melhor filme estrangeiro: 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias
Melhor roteiro original: Juno
Melhor roteiro adaptado: No Country for Old Man
Melhor animação: Ratatouille
Melhor documentário: Sicko
Melhor trilha sonora: Once
Melhor fotografia: O Assassinato de Jesse James

San Francisco Film Critics

Melhor filme: O Assassinato de Jesse James
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (No Country for Old Man)
Melhor ator: George Clooney (Conduta de Risco)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Casey Affleck (O Assassinato de Jesse James)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Gone Baby Gone)
Melhor filme estrangeiro: O Escafandro e a Borboleta
Melhor roteiro original: The Savages
Melhor roteiro adaptado: Away from Her
Melhor documentário: No End in Sight

New York Film Critics Circle

Melhor filme: No Country for Old Man
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (No Country for Old Man)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (There Will Be Blood)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (No Country for Old Man)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Gone Baby Gone)
Melhor elenco: No Country for Old Man
Melhor filme estrangeiro: A Vida dos Outros
Melhor animação: Persepolis
Melhor documentário: No End in Sight
Melhor fotografia: There Will Be Blood
Prêmio especial: Charles Burnett (Killer of Sheep)

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dezembro 11, 2007

Imprima a Lenda

Reza a lenda que o espectadores da primeira sessão de cinema se assustaram com a chegada do trem a Ciotat.

Lenda mesmo, já que o filme sequer foi exibido!

Assistam aos curtas que passaram naquele maravilhoso 28 de dezembro de 1895: http://www.institut-lumiere.org/francais/films/1seance/accueil.html

Ou, pelo Youtube:

Estão na ordem original:

1. La Sortie de L’Usine Lumière à Lyon
2. La Voltige
3. La Pêche Aux Poissons Rouge
4. Le Débarquement du Congrès de Photographie à Lyon
5. Les Forgerons
6. L’Arroseur Arrosé
7. Le Repás (de Bébé)
8. Le Sault a la Couverture
9. La Place des Cordeliers à Lyon
10. La Mer (Baignade en Mer).

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dezembro 10, 2007

The Key to Reserva


The Key to Reserva, de Martin Scorsese

Assistam ao delicioso falso-documentário em que Martin Scorsese homenageia Alfred Hitchcock e Bernard Herrmann (com quem trabalhou em Taxi Driver, aliás): The Key to Reserva.

A premissa é engraçadíssima: Scorsese supostamente encontrou três páginas de roteiro jamais filmadas por Hitchcock. Contudo, falta a última página, da qual resta apenas o parágrafo final. Marty pretende dirigi-las a fim de preservá-las, como ele mesmo diz, na melhor frase do filme:

"- But the trick is to preserve a film that has NOT been made. That's never been done."

O curta dentro do curta, em que Scorsese filma como Hitchcock faria hoje - ou algo parecido, em outra explicação rocambolesca dada pelo cineasta americano -, é excelente, a começar pelo travelling inicial, que sai das cordas do violino para a pasta no corredor, estabelecendo de cara a ligação entre o assassino na orquestra e a vítima nos camarotes (embora o jogo se invirta, como em Hitchcock).

Sempre ancorado e conduzido pela música diegética, que se funde à narrativa, Scorsese usa os mesmos ângulos extremos de Hitchcock, que tanto aproveitam as linhas geométricas do quadro, assim como os cortes secos que saltam entre os vários personagens que, dispersos no mesmo ambiente, conectam-se ao acontecimento em curso.

No entanto, Scorsese corta e alega a falta da página para não explicar sobre a garrafa de vinho - brincando com o mcguffin hitchcockiano, elemento que de fato não precisa ter outro sentido a não ser o de engendrar a ação.

O melhor do falso-documentário, porém, está mesmo na atuação muito cara-de-pau de Scorsese. Como ele se abaixa para esconder a caixa em que se lê "Hitchcock", ou o longo silêncio pensativo enquanto conversa com o entrevistador.

E o final, quando ri de si próprio com a ajuda de Os Pássaros.

PS: notaram a foto de Glauber Rocha nos arquivos de Scorsese?

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LAFCA

Dois detalhes sobre a premiação do LAFCA, que podem ser vistos no site http://www.lafca.net/news.html:

This year’s awards ceremony will be dedicated to the memory of the late Robert Altman, Michelangelo Antonioni, Ingmar Bergman, Ousmane Sembene and Edward Yang.

INDEPENDENT/EXPERIMENTAL : “Colossal Youth” directed by Pedro Costa.

Olha, há críticos no Brasil que desconhecem Edward Yang e Ousmane Sembene...

E que também detestam Juventude em Marcha, título original de Colossal Youth.

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There Will Be Oscars


Trailer de There Will Be Blood.

É bastante raro os prêmios da crítica americana convergirem como em 2007. Geralmente dispersos entre vários filmes, eles foram divididos por No Country for Old Man, There Will Be Blood e O Escafandro e a Borboleta.

Antigos favoritos - 3:10 to Yuma, Assassinato de Jesse James, American Gangster - entraram pelo cano, enquanto belas surpresas apareceram: Sweeney Todd e Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto. Como Tim Burton e Sidney Lumet melhorariam o Oscar de diretor! Mas a disputa clara se dá mesmo entre Paul Thomas Anderson e os irmãos Coen.

Depois de anos no piloto automático (o último belo trabalho deles foi Barton Fink, mas talvez eu esteja rigoroso demais), Joel e Ethan, ao que tudo indica, finalmente acertaram com No Country for Old Man, elogiado em Cannes, nos EUA e também no Brasil, em sua passagem pela Mostra São Paulo deste ano.

Contudo, se eu tivesse que cravar hoje o vencedor, diria Paul Thomas Anderson por There Will Be Blood - embora filmes com perfil semelhante tenham, cedo ou tarde, virado fumaça. There Will Be Blood se baseia no romance de Upton Sinclair, e mistura família, imigrantes, petróleo, religião, nascimento dos EUA... até pela presença de Daniel Day-Lewis, não há como não se lembrar de Gangues de Nova York.

As críticas vindas da América sugerem que There Will Be Blood é ousado, porém falho e desigual. Infelizmente, também dizem ser o trabalho de maior escopo da carreira de Paul Thomas Anderson.

PT Anderson, pelo menos até aqui, lida melhor com filmes "menores", como Punch Drunk Love e, sobretudo, Hard Eight - talvez porque se veja obrigado à concisão, enquanto seus projetos mais pretensiosos (Magnólia, Boogie Nights) se perdem em prolixidades sem fim: seja quanto à narrativa - abarcar toda uma era, ou as relações de diversos personagens -, seja quanto ao estilo - câmera que emula Altman, Scorsese, entre outros.

Apesar de There Will Be Blood figurar entre os projetos ambiciosos do diretor, estou curioso para vê-lo. Paul Thomas Anderson teve cinco anos para se repensar e pela primeira vez não trabalha com roteiro original. E parece que o protagonista, ao contrário de Boogie Nights e de Magnólia (deste quem era mesmo? a rua?), é verdadeiramente marcante.

Curioso: retratos abrangentes de épocas históricas funcionam quando filtrados através de personagens principais fortes.

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dezembro 09, 2007

Prêmios da Crítica Americana

Começou a temporada de prêmios da crítica americana. National Board of Review, New York Film Critics Online e os críticos de Boston, Los Angeles e Washignton DC já anunciaram seus vencedores. Hoje é a vez do New York Film Critics Circle Awards, e dia 13 saem os indicados ao Globo de Ouro.

National Board of Review

Melhor filme: No Country for Old Man
Melhor diretor: Tim Burton (Sweeney Todd)
Melhor ator: George Clooney (Conduta de Risco)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Casey Affleck (O Assassinato de Jesse James)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Gone Baby Gone)
Melhor elenco: No Country for Old Man
Melhor filme estrangeiro: O Escafandro e a Borboleta
Melhor roteiro original: Lars and the Real Girl / Juno
Melhor roteiro adaptado: No Country for Old Man
Melhor animação: Ratatouille
Melhor documentário: Body of War

Boston Film Critics

Melhor filme: No Country for Old Man
Melhor diretor: Julian Schnabel (O Escafandro e a Borboleta)
Melhor ator: Frank Langella (Starting Out in the Evening)
Melhor atriz: Marion Cotillard (Piaf, Um Hino ao Amor)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (No Country for Old Man)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Gone Baby Gone)
Melhor elenco: Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto
Melhor filme estrangeiro: O Escafandro e a Borboleta
Melhor roteiro: Ratatouille
Melhor fotografia: O Escafandro e a Borboleta
Melhor documentário: Crazy Love

DC Film Critics

Melhor filme: No Country for Old Man
Melhor diretor: Joel e Ethan Coen (No Country for Old Man)
Melhor ator: George Clooney (Conduta de Risco)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (No Country for Old Man)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Gone Baby Gone e Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto)
Melhor elenco: No Country for Old Man
Melhor filme estrangeiro: O Escafandro e a Borboleta
Melhor roteiro original: Juno
Melhor direção de arte: Sweeney Todd
Melhor animação: Ratatouille
Melhor documentário: Sicko

New York Film Critics Online

Melhor filme: There Will Be Blood / O Escafandro e a Borboleta
Melhor diretor: Paul Thomas Anderson (There Will Be Blood)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (There Will Be Blood)
Melhor atriz: Julie Christie (Away from Her)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (No Country for Old Man)
Melhor atriz coadjuvante: Cate Blanchett (I'm Not There)
Melhor elenco: Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto
Melhor filme estrangeiro: A Vida dos Outros / Persepolis
Melhor roteiro: Viagem a Darjeleing
Melhor animação: Persepolis
Melhor documentário: Sicko
Melhor fotografia: There Will Be Blood
Melhor música: There Will Be Blood

Los Angeles Film Critics

Melhor filme: There Will Be Blood
Melhor diretor: Paul Thomas Anderson (There Will Be Blood)
Melhor ator: Daniel Day-Lewis (There Will Be Blood)
Melhor atriz: Marion Cotillard (Piaf, Um Hino ao Amor)
Melhor ator coadjuvante: Vlad Ivanov (4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias)
Melhor atriz coadjuvante: Amy Ryan (Gone Baby Gone e Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto)
Melhor filme estrangeiro: 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias
Melhor roteiro: The Savages
Melhor animação: Ratatouille / Persepolis
Melhor documentário: No End in Sight
Melhor fotografia: O Escafandro e a Borboleta
Melhor música: Once
Melhor design de produção: There Will Be Blood
Melhor filme independente / experimental: Colossal Youth

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38,5

38,5 de febre, garganta inflamada, nariz entupido, dor de ouvido...

Passei o dia na cama, prostrado, à base de antibióticos e de tylenol.

Espero melhorar logo, porque há muito para fazer. Como terminar o blogue, por exemplo.

A falta que uma enfermeira faz!

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dezembro 08, 2007

Quase Lá

Ainda faltam alguns detalhes, mas o grosso do trabalho já está feito.

O blogue remodelado - por necessidade - até que não ficou mal.

Template em css é um inferno, mas quando se pega o jeito, dá para brincar um pouco...

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dezembro 04, 2007

Problemas e Mais Problemas

Bom, já deu para notar que o template do blogue foi para o espaço. A razão, não sei. Estou vendo se descubro e se conserto.

Até lá, paciência com o visual... Desculpem o transtorno!

Homem trabalhando!

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Arquivos!

Todos os arquivos do site estão de volta! Consegui com que funcionassem.

Mas ainda não acertei o template das páginas, que ficam com aquele aspecto feioso de texto corrido, meio disforme...

Mas continuo tentando. Se alguém puder me ajudar na tarefa, agradeço!

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dezembro 02, 2007

Corinthianos!

Esqueçam o passado, pensem no futuro!

Falta apenas um ano para o Corinthians ser rebaixado à terceira divisão...

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